Estive no restaurante popular às 13h e o local já se encontrava de portas fechadas.

Questionei o motivo do restaurante estar entregando o marmitex comercializado dentro do restaurante, uma vez que o decreto que determina a Onda Roxa no município não estabelece nenhuma exceção para a regra: comercialização de alimentação só por delivery (e não por retirada).

Essa falha no decreto causou indignação do setor de alimentação, que questiona a isonomia de tratamento. Como a função do vereador é fiscalizar, chamamos a fiscalização Municipal e estamos cobrando essa isonomia. Que o decreto seja alterado para garantir o acesso à população em vulnerabilidade e que o decreto reveja a questão sobre a retirada da alimentação na porta.

Quem trabalha e é essencial, precisa se alimentar. A lei precisa ser pra todos e o poder público precisa dar o exemplo.

Assista ao vídeo:

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